No centro de SP

(Inspirado em Vidas Secas, Graciliano Ramos)
À Sinhá Vitória que chora a morte.
À morte que goza da pouca sorte [de uma vida]
Ao menino mais velho que sem nome já gemia.
E ao mais novo que como Baleia latia.
De tanto dar-se já não se dedica, pois, e esgota a
voz,
Dedico este ao Fabiano [bem desumano] que vive em nós.

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