Nem submetidos aos maiores devaneios poderemos desejar a morte sem uma centelha de hipocrisia sequer. Ainda que terrivelmente loucos, quereríamos viver. Acontece que a vida é um pressuposto para o homem total. A ética constrói- se sobre este princípio. A religião o aborda com eloquência e gravidade…  Podemos chamar a morte de amiga, irmã, camarada. Ultimamente ela sempre será a inimiga, o resto ou é mitigação ou simbolismo. No fim, o terror que a morte nos proporciona é motor de várias ações e escolhas, nada mais que o gene egoísta humano em atividade: quero viver, SOU IMORTAL.

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